quinta-feira, 5 de junho de 2008

CD Infantil ganhador do Prêmio Tim




Uma das categorias especiais do Prêmio TIM de Música é DISCO INFANTIL. O CD ganhador dete ano se chama "Por que?", de Rita Rameh e Luiz Waack.

De acordo com o site da gravadora Tratore, “Por Quê?” é o CD infantil de estréia da compositora Rita Rameh, produzido em parceria com o violonista, guitarrista e arranjador Luiz Waack. Os temas das músicas abordam o cotidiano do aprendizado de crianças através de diferentes gêneros musicais passando por samba, rock, balada, guarania e blues. Esse trabalho conta com a participação especial dos cantores Alzira Espíndola, André Abujamra, Cris Aflalo, Gigante Brazil, Iara Rennó, Jerry Espíndola, Mauricio Pereira e Sergio Espíndola, além de instrumentistas de primeira linha.Diversão para todas as idades.

O Serelepe ainda não conhece o álbum, mas já estamos de olho nessa produção. Esperamos que seja um trabalho de interesse para os nossos ouvintes!

Fica então, a dica. Procurem o álbum!

O site da Tratore é: http://www.tratore.com.br.

O Site do Prêmio Tim é http://www.premiotimdemusica2008.com.br/home. O homenageado deste ano é Dominguinhos e, por isso, o site tem a cara e o som de uma sanfona. Muito legal!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Dica Serelepe: Show Márcio Coelho e Ana Favaretto!


www.curuminzada.hpg.com.br


Infelizmente, nós do Serelepe moramos um pouco longe do Márcio e da Ana, mas quando der, prometemos que vamos ao show!

terça-feira, 20 de maio de 2008

Clipping: A criança e o adolescente na mídia de MG



Terça-feira, 20 de maio de 2008, nº 1.627

MEC investe R$ 120 milhões para a educação em Minas

Foi anunciado ontem, 19, em Brasília, o anúncio das cidades incluídas na lista de prioridades do Governo Federal. Minas Gerais lidera o ranking e terá investimentos para a construção de escolas infantis e a compra de novos ônibus para o transporte dos alunos. Ao todo, 177 localidades mineiras de todas as regiões do estado vão dividir mais de R$ 120 milhões do Ministério da Educação (MEC). O recurso é destinado a dois programas da rede pública de ensino: o Pró-infância, voltado para inclusão de crianças de até 5 anos e 11 meses em creches e pré-escolas, e o Caminho da Escola, destinado a comprar veículos para atender alunos que moram na zona rural. Com o investimento, devem ser criadas cerca de 15 mil vagas de Educação Infantil no estado. Além dos recursos financeiros – cerca de 700 mil por instituição – as cidades beneficiadas vão receber do MEC o projeto arquitetônico e apoio técnico para elaborar o plano pedagógico. Mas, para garantir o dinheiro, os municípios devem atender a requisitos, como destinar um terreno para a construção da unidade de ensino e comprovar a demanda de alunos. Até a semana passada, 46 localidades ainda estavam em débito com a documentação necessária. Em Belo Horizonte, que ficou de fora da lista de cidades beneficiadas, 20 mil crianças de seis anos, esperam vagas nas 221 unidades mantidas pela Prefeitura. (Estado de Minas, p.25 – Glória Tupinambás, 20/05/08)

Licença-maternidade é ampliada em Governador Valadares

Governadora Valadares – Foi sancionada na última quarta-feira, 14, a Lei Complementar 115, de 7/05/08, que determina o aumento do prazo da licença-maternidade, no município, para seis meses. A prefeitura, responsável pela sanção, explicou que para as mulheres que já se encontram em licença, a prorrogação poderá ser requerida. O prefeito José Bonifácio Mourão explicou que durante o prazo de ampliação, a servidora não poderá exercer atividades remuneradas e a criança não poderá ser mantida em creches ou qualquer organização similar. (Diário do Rio Doce, p.3A – Ana Paula Teixeira, 14/05/08)

Bienal do Livro aposta no público infantil

Acontece até o próximo domingo, 25, a Bienal do Livro de Minas Gerais. A feira aposta no público infantil e investe em atrações que incluem desde brincadeiras até a criação coletiva de histórias. Centenas de crianças, de diversas escolas da capital e de algumas cidades do interior, receberam todas as atenções por parte dos expositores durante a manhã de ontem. Dentre os visitantes está Rafaela Fernandes, 10 anos, que afirma ter aprendido a importância dos livros para a vida. “Estou achando muito legal, já olhei muitos livros e quero ler vários”, pontuou. Para a professora Aretuza Soares, as opções são boas e o espaço é tranqüilo. “Os estandes são amplos e podemos acompanhar tudo com os alunos, que adoraram a experiência de ter um contato direto com a literatura”, afirmou. A feira acontece no Expominas, na Av. Amazonas, 6.030, Gameleira. Os ingressos são vendidos a R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia) para estudantes e maiores de 60 anos. O horário de visitação vai de 9h às 22h nos dias de semana e, no fim-de-semana de 10h às 22h. Mais informações no site www.bienaldolivrominas.com.br ou pelo telefone (31) 2535-5257. (Estado de Minas, p.6 – Carlos Herculano Lopes, 20/05/08)

Uso de celular na gravidez aumenta chance de filhos com hiperatividade

Estudo realizado pelas Universidades da Califórnia, em Los Angeles (EUA) e de Aarhus, na Dinamarca, constatou que mulheres grávidas que usam telefone celular podem ter 54% mais chances de terem filhos com problemas de comportamento. A pesquisa observou que filhos de mães que usavam essa tecnologia pelo menos duas ou três vezes ao dia durante a gravidez estavam mais propensos a ter hiperatividade e dificuldades para lidar com emoções e relacionamentos ao chegar à idade escolar. O trabalho constatou ainda que crianças que usam o celular antes dos 7 anos de idade chegam a ter até 80% mais de chances de ter problemas de comportamento. (O Tempo, p.16, 20/05/08)

Belo Horizonte ganha mais vagas para regime de semiliberdade

Foi inaugurado ontem, 19, no Bairro Santa Tereza, Região Leste de Belo Horizonte, o Centro de Encaminhamento para Semiliberdade. O local tem capacidade para atender 25 adolescentes do sexo masculino que cometeram infrações leves e têm direito a cumprir a medida socioeducativa em regime semi-aberto. Segundo o chefe de gabinete da Superintendência de Atendimento à Medidas Socioeducativas da Secretaria de Defesa Social (SEDs), Alderico Carvalho, outros 29 adolescentes aguardam vagas nos centros de internação para cumprir pena em semiliberdade. No estado, há um déficit de 200 vagas de internação. A SEDs pretende abrir mais 85 vagas de semiliberdade na Grande Belo Horizonte até o fim do ano. Além de Minas, apenas o Paraná possui uma política de semiliberdade para jovens infratores. (O Tempo, p.29 – Eugênio Martins, 20/05/08)

Clipping realizado pelo Ofin]cina de Imagens e Rede Andi Brasil.

Equipe
Rachel Costa
Eliziane Lara
Gustavo Krawser
Jeniffer Evangelista
Luana Borges
Luciano Dias
Mariângela Camargos
Paulo Henrique Marques
Tábata Barbosa

"Oficina de Imagens"

Imagem retirada do site:
http://www.sed.sc.gov.br/educ_infantil/imagens/criancas1.jpg.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Divulgação


Foto: Elaine Buzatto, do Tempo de Brincar, em show em Valparaíso, no Chile. Outubro de 2007.


Olá amigos
visitem nosso novo sítio eletrônico:
www.tempodebrincar.com.br
e divirtam-se com os clipes das nossas canções e histórias!

um grande abraço,

Elaine Buzato e Valter Silva
Cia Tempo de Brincar
Sorocaba. São Paulo - Brasil

domingo, 27 de abril de 2008

Dica: Documentário "A pessoa é para o que nasce"



Quem ouviu o Serelepe no dia 27 de abril pode conferir, dentre outras coisas, algumas músicas que são trilhas sonoras de desenhos e filmes. Uma delas é do documentário A pessoa é para o que nasce, de Roberto Berliner.

O filme conta a triste história de três irmãs cegas que sobrevivem pedindo esmolas e tocando ganzá nas ruas do nordeste. Por causa do próprio filme, as irmãs vivem um momento de "celebridades", o que, no entanto, não será definitivo.

Fica a dica para os nossos ouvintes.

O site oficial do filme é: http://www.apessoa.com.br/

sábado, 19 de abril de 2008

Unicef lança o projeto “educomunicação”

Um projeto lançado na última terça-feira, 8, em São Paulo, prevê investimentos de R$ 1,75 milhão para instituições escolhidas em cinco capitais brasileiras pelo Unicef Brasil. Duas escolas serão beneficiadas em cada capital, abrigando projetos focados em educação e comunicação para jovens brasileiros. O objetivo é promover a comunicação nas escolas e nas comunidades em que estão inseridas, com a participação dos alunos. A maior parte do dinheiro vai custear a infra-estrutura tecnológica como computadores, softwares e internet. A ONG Oficina de Imagens terá a tarefa de escolher as escolas belo-horizontinas que serão beneficiadas pelo projeto. Segundo a consultora de Projetos Sociais da ONG, Elizabeth Vieira Gomes, o mapeamento e diagnóstico será elaborado junto às Escolas Municipais antes da seleção. Já o coordenador do Projeto Cidadania dos Adolescentes, do Unicef, Mário Volpi, ressalta que a eficiência da iniciativa será medida pela participação dos pais e moradores na região onde a escola está situada, por meio de monitoramento trimestral do rendimento escolar do aluno e com base nos resultados em outros testes como o Prova Brasil e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). (Hoje em Dia, p. 05 – Nalu Saad, 14/04/08)

Retirado do Clipping: A criança e o adolescente na mídia de MG, realizado pelo Oficina de Imagens e pela Rede Andi Brasil. Segunda-feira, 14 de abril de 2008, nº 1.604. Equipe: Rachel Costa, Eliziane Lara, Gustavo Krawser, Jeniffer Evangelista, Luana Borges, Luciano Dias, Mariângela Camargos , Paulo Henrique Marques e Tábata Barbosa.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Serelepe indica

Cecília Cavalieri lança livro com método original de ensino de música para crianças

Janaina Cunha Melo

EM Cultura 15/04/2008

Foto: Eduardo Ferraz/Divulgação



A pesquisadora Cecília Cavalieri França usa criatividade para estimular interesse pela música.

A pesquisadora Cecília Cavalieri França lança o livro Para fazer música terça (dia 15) à noite, na Leitura do Pátio Savassi. O trabalho, resultado de 25 anos dedicados à musicalização infantil, propõe novo método para o ensino de música nas escolas e é voltado para estudantes entre 7 e 9 anos. Escrito sob orientação do professor inglês Keith Swanwick, o livro propõe integração entre a escuta e a performance, visando ao desenvolvimento da compreensão musical de forma organizada e criativa. Mais que formar instrumentistas, o método quer fazer da matéria instrumento de formação humanística sensível, atenta à diversidade de sons, cores e formas de apreciar a realidade.


Ph.D em Educação Musical pela London University, a professora da Escola de Música da UFMG conta que Para fazer música está entre os cinco títulos que representam a instituição na Mostra do Livro Universitário da América Latina e o Caribe, em junho deste ano, na Colômbia. “Nem ocorreu o lançamento e o trabalho já tem projeção internacional. É uma conquista importante para ficamos mais perto de ter de volta o ensino da música nas escolas”, diz. Ela defende o Projeto de Lei 330/2006, que prevê a volta da obrigatoriedade desta matéria no currículo escolar. Mas Cecília Cavalieri lembra que existem novos desafios a serem superados. Entre eles, a capacitação do corpo docente para lidar com tema específico, e a reflexão sobre o tipo de abordagem a ser feita com os alunos.


“Não procuro ensinar só teoria musical e os aspectos técnicos dos sons, como grave e agudo, longo ou curto. A intenção é principalmente usar essas informações de forma organizada, que favoreça uma maneira expressiva de comunicação”, explica a pesquisadora. O livro, que ensina notação musical, ritmos e outros elementos, tem caráter multidiscplinar e interage com disciplinas como história, geografia, literatura, matemática, e artes em geral. E ainda oferece à criança meios para descobrir os sons por meio do corpo, da voz e de instrumentos de fabricação própria, caseira. “A música são muitas, não ocorre num vazio estético. Ao contrário, ocorre permeada por várias situações. Por isso o livro tem tantas provocações visuais, que instigam a criança”, diz.


Gosto crítico Cecília Cavalieri observa que são muitas as variáveis para a iniciação musical em idade infantil, e que a abordagem proposta pelo livro não é fonte única para o ensino, mas se empenha para que o método seja difundido com amplitude. O trabalho está sendo adotado por escolas da rede pública e particular, com bons resultados. “As crianças se envolvem e desenvolvem gosto crítico. Podem não crescer com intenção de se tornar um profissional desta área, mas, com certeza, serão mais sensíveis nas suas profissões e se tornarão público mais exigente”, diz. Todas as ferramentas de Para fazer música foram testadas previamente, segundo lembra a autora.


Para demonstração da eficácia do método, ela inicia série de oficinas da partir deste mês, quando começa a percorrer as escolas para trabalho com professores e alunos. Até novembro, ela também oferece oficinas gratuitas na Escola de Música da UFMG para professores. No lançamento, terça (dia 15), ela adianta que serão realizadas várias atividades com as crianças, incluindo construção de instrumentos e outras surpresas.


PARA FAZER MÚSICA - Leitura do Pátio Savassi, Av. do Contorno, 6.061, Savassi. Terça (dia 15), 19h30. Entrada franca.


Para quem não sabe, neste livro há um composição do integrante do Serelepe Gabriel Murilo. Muito legal!