terça-feira, 29 de março de 2011

Garatuja - nova temporada



Nova temporada do Garatuja - Barba Azul e outras histórias, no Teatro Marília, em Belo Horizonte. De 09 a 17 de abril de 2011, a preços populares!

O “Garatuja: Barba Azul e outras histórias” é uma aventura coletiva, cênica e dramatúrgica em torno do conto Barba Azul e foi montado originalmente na disciplina “Projeto Experimental de Prática de Montagem A”, que era oferecida no 5º período da graduação em Teatro da Escola de Belas-Artes da UFMG, no primeiro semestre de 2007. Desde então, um grupo de alunos que participou da montagem se interessou em remontá-la, com mudanças no elenco, na encenação e na dramaturgia. Surgiu então o grupo Garabateios Investigações Teatrais, que tem levado Garatuja a outros festivais.

O espetáculo é uma releitura da história do Barba Azul baseada, principalmente, nas versões de Bruno Bettelheim, Charles Perrault, Clarisse Pinkola Estés e Figueiredo Pimentel. O Barba Azul, homem mítico e aristocrático, se casou uma centena de vezes e cujas esposas desapareciam misteriosamente. Sua lenda se mantém viva no imaginário social desde o século XVI. A força da sua figura e da vitória da sua última esposa sobre seu cruel modo de agir serão contadas a partir de dois pontos de vista: dos narradores, que ora contam, ora interpretam o que se passou no casarão do Barba Azul; e dos investigadores que, deslocados temporalmente, adentram o casarão para descobrir se a história do Barba Azul é verdadeira e desvendar seus segredos. Nesse espetáculo, o público é conduzido a uma aventura pelos campos da imaginação, em um ambiente permeado por curiosidade, mistério e medo.

Ficha técnica

Direção: Eugenio Tadeu e Roberson Domingues

Autores: Eugenio Tadeu e Roberson Domingues

Dramaturgia:
Baseada no Conto “Barba Azul” com referência na tradição oral e nas versões de Bruno Bettelheim, Charles Perraut, Clarissa Pinkola Estes e Figueiredo Pimentel.

Outras histórias: “O mito das Sereias” e “Porque a barba do Barba Azul era azul” e “A primeira esposa do Barba Azul”, Roberson Domingues

Preparação de atores
(sob a orientação de Eugenio Tadeu): Roberson Domingues

Elenco: Andrea Baruqui, Roberson Domingues, Sílvia Andrade, Léo Campos e Fabiane Galvão

Trilha sonora adaptada: Eugenio Tadeu

Figurinos: Priscila Venturin e o grupo

Maquiagem: O grupo

Cenário: O grupo

Cenotécnico: Ivanil Fernandes

Sonoplastia:
Sabrina Marinho

Efeitos sonoros:
Léo Campos e Fabiane Galvão

Iluminação: Cristiano Diniz

terça-feira, 22 de março de 2011

Serelepe entrevista Laura, Juliana e Anita

A equipe do Serelepe recebeu hoje a visita ilustre da Laura e da Anita, filhotas da Juliana Martins, atriz, professora de teatro e de música.

Laura e Juliana nos contaram um pouquinho do seu dia-a-dia, das suas músicas e brincadeiras preferidas. Anita ainda não fala, mas tratou de emitir muitos sons!!

Aguardem, pois em breve este programa irá ao ar e está imperdível!


Laura e Cris Lima


Regis, Ju Martins, Laura e Anita

domingo, 13 de março de 2011

Portal Butia - música latinoamericana e caribenha para crianças




Un mensaje a todos los miembros de MOCILYC: Movimiento Canción Infantil Latinoamericana y Caribeña.

Hola queridas y queridos colegas de música y útopias

Queremos compartir toda la emoción y orgullo que significa para nosotros la concreción de una herramienta sostenida por el sueño de poder difundir y llegar con nuestras canciones a la mayor cantidad de orejas y corazones posibles de todo el mundo.

El próximo 18 de Marzo quedará opertivo el PORTAL www.butia.com.uy, a traves de PAYPAL podrán acceder a innumerables discos de artistas uruguayos ( TODOS LOS SELLOS Y ARTISTAS IMPORTANTES DE URUGUAY) y a la mayor cantidad posible de artistas del MOCILYC, la idea es hacer circular a un costo accesible toda esos valiosísimos trabajos de tan entrañables compañeros del movimiento y por supuesto abriendo la puerta de par en par para sumar a TODOS los que quieran participar desde el compromiso de la calidad artística y educativa para la canción infantil , especialmente a las nuevas propuestas.

Arrancamos ahora con algunos colegas de Argentina , Brasil, Colombia, Cuba, México y paulatinamente iremos agregando a muchos mas.

IDEAS CENTRALES

* EL PORTAL BUTIA es una plataforma WEB (www.butia.com.uy)

con una tienda electrónica de canciones infantiles y variados contenidos educativos y recreativos relacionados con la música, creado por Julio Brum , director SELLO PAPAGAYO AZUL a través de la reconocida empresa IN STYLE , con el apoyo del CLUSTER DE LA MÚSICA DEL URUGUAY en el marco del concurso ganado ante convocatoria del CLUSTER DE LA MUSICA: Proyecto Viví Cultura, programa conjunto del Estado Uruguayo y el Sistema de Naciones Unidas financiado por España a través del Fondo ODM.

* Allí se puede acceder web mediante, a TODA la música de calidad artística y educativa del URUGUAY pertenecientes a los artistas (históricos y contemporáneos) de los sellos mas importantes en la materia: PAPAGAYO AZUL, AYUÍ, SONDOR, BIZARRO, MONTEVIDEO MUSIC GROUP, ZAPATITO RECORDS, así como importantes producciones independientes, quienes apoyan decididamente esta idea.

* A través del PORTAL BUTIA, se puede acceder también a los trabajos mas destacados de artistas, músicos y educadores pertenecientes al MOVIMIENTO DE LA CANCIÓN INFANTIL LATINOAMERICANA y CARIBEÑA ,como por ejemplo ARGENTINA: Luis Pescetti , BRASIL : Palavra Cantada, COLOMBIA: Escuela Nueva Cultura, CUBA : Rita del Prado, MÉXICO : BaNdula.

TIENDA ELECTRONICA

La tienda electrónica está basada en una poderosa plataforma e-comerce de última generación construida por IN STLYE, busca poner al alcance masivo del público uruguayo e internacional materiales de alto valor artístico y educativo, con posibilidades de uso recreativo y formativo.

Todos los materiales son de uso familiar y/o escolar.

Se pueden comprar allí canciones por separado o las ediciones completas de los CD en formato digital.

En una segunda etapa se incorporarán a la venta en formato digital, videos, partituras y los discos físicos de la SERIE PAPAGAYO AZUL.

Sin más les saluda con afecto y prometiendo nuevas noticias en breve.

Julio Brum (Uruguai)
Músico integrante do Movimento da Canção Infantil Latinoamericana e Caribenha.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Cursos do Giramundo

Curso de adaptação de textos para histórias em quadrinhos

O curso se destina àqueles que já trabalham com artes visuais e com a narração por imagens, aos iniciados e interessados em geral.

Tem como propósito a elaboração de narrativas por imagens a partir da edição de textos produzidos pelos participantes ou da adaptação de contos de domínio público. A atividade terá como enfoque a realização de histórias em quadrinhos e “storyboards”, ou projetos de histórias em quadrinhos na forma de esboço. Serão abordados também noções técnicas de desenho e narrativa aplicadas às histórias em quadrinhos.

A adaptação de textos para a forma dos quadrinhos possibilita a visualização da narrativa original sob a perspectiva gráfica, inserindo noções espaciais (cenografia, composição de personagens, figurinos) e subjetivas (velocidade, timing, intensidade).

O curso será ministrado por Piero Bagnariol e Fabiano Barroso, quadrinistas e editores da revista Graffiti 76% Quadrinhos. Juntos, escreveram o livro Guia Ilustrado de Graffiti e Quadrinhos (2004) e publicaram a graphic novel Um dia uma morte (2007).

O cuso será realizado na sede do Museu Giramundo, dia 11 a 15 de abril e tem um valor de R$ 300,00 por aluno, com duração de 35h. O aluno deverá trazer o seguinte material: 1 bloco para desenho superwhite A4, 1 lápis HB, 1 caneta Bic Metal Point preta e 1 régua de 30 cm. O restante do material a ser utilizado será fornecido.

Mais informações sobre o curso pelo email quadrinhos@graffiti76.com.

O ficha de inscrição deve ser preenchida e enviada para escola@giramundo.org.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Música na escola?

A “EX-SALA” de música do Centro Pedagógico

Eugenio Tadeu*

Até quando será preciso justificar a importância das artes em uma escola de ensino fundamental? Fiquei sabendo da estarrecedora e triste notícia sobre a “ex-sala” de música no Centro Pedagógico da UFMG. Aquela na qual passaram professores, artistas e crianças e que guarda uma história rica na formação dos alunos da escola.

Por ela passaram estudantes que se transformaram em artistas, embora a arte no ensino fundamental não tenha o objetivo de formar artistas, mas de contribuir para que muitos talentos sejam despertados ali, naquele miúdo do cotidiano escolar. Sala que viu surgir e abrigou, durante 10 anos, o Pandalelê: Laboratório de Brincadeiras do CP-UFMG.

Aquela sala, agora, está fechada para a música. As crianças e os adolescentes não terão um espaço adequado para o movimento rítmico, escuta, criação musical e aprimoramento da atenção, tão necessários à prática artística e à vida em geral, inclusive para o próprio desempenho escolar. Muitas vezes confundimos privilégio com condições de trabalho. Se sempre foi possível uma sala apropriada ao ensino de música, por que transformá-la em uma sala comum? É a escola de pesquisa que se torna uma escola comum?

O piano da sala está mudo. Trancado e calado para sempre? Como explicar as razões desse fechamento em um momento em que a música se torna obrigatória no ensino fundamental? Qual a justificativa para essa escola, que tanto contribuiu para o ensino de forma geral, cometer um ato tão simbólico? É lamentável. As mudanças são necessárias e até em time que está ganhando é preciso mexer, contrariando o velho ditado. Mas é difícil compreender a razão de se mexer em algo quando a perda é muito maior do que os ganhos.

O que venho acompanhando, desde o final do ano passado, tem demonstrado que o tempo é outro. Parece-me que o CP está tomando um rumo diferente do tempo em que o grupo de professores acreditava em um processo de educação diferenciado, mais aberto e distinto do que se vê por aí. A escola virou, de vez, uma escola como outra qualquer? E os pais e mães? Que tipo de escola eles almejam para seus filhos?

Lamento a pressão que o Núcleo de Arte tem vivido no CP. Essa escola, inserida no ambiente universitário, está indo em uma direção preocupante em relação à presença das artes em seu ensino fundamental. Além das questões acima, observo outra de gravidade institucional: de um lado, temos duas unidades da UFMG que oferecem licenciaturas na área artística: música, artes visuais, teatro e dança. A primeira, na Escola de Música e as outras três, na Escola de Belas-Artes. Cabe lembrar que as Licenciaturas em Música e em Artes Visuais existem de longa data. Já a Licenciatura em Teatro funciona desde 1999, e, no ano passado, iniciou-se a primeira turma de Licenciatura em Dança.

De outro, temos o CP que fecha a sala de música e impõe obstáculos para o exercício do ensino das artes. É a primeira vez, em seus 40 anos de existência, que a escola começa um novo ano letivo sem um professor na área de música. Ou melhor, observamos a ausência da sala e do profissional do ensino de música, duas referências que marcam uma ideia de escola.

Em um ambiente escolar qualquer professor pode cantar, desenhar, fazer um jogo teatral e dançar, além de levar essas manifestações aos seus alunos. Porém, o ensino das artes cabe àquele que recebeu formação específica. É esse profissional que fornecerá as ferramentas técnicas e expressivas para que o aluno possa desenvolver sua potencialidade artística. Pode qualquer pessoa ministrar aula de geografia, de matemática? Qualquer um pode alfabetizar?

Parece-me uma incoerência que a própria UFMG tenha cursos de licenciatura em quatro áreas artísticas, e a Escola de Ensino Fundamental, inserida em seu ambiente acadêmico, não reconheça esses cursos. Será que a própria Universidade não está acreditando no que faz? O que vamos dizer aos nossos alunos da graduação que se formarão em uma dessas licenciaturas artísticas? Que lastro o CP dará a seus alunos em relação à presença das artes no ambiente escolar?

É nesse contexto que chamo a atenção para o que vem acontecendo com as artes no CP. A música, que é o foco da questão atual e especificamente ao longo desses anos de sua presença na matriz curricular, teve um lugar de destaque na experiência de seus alunos. Essa escola pública, inserida no espaço universitário e privilegiado para a pesquisa, pôde influenciar um número bastante significativo de alunos que se tornaram artistas e que estão atuando profissionalmente como músicos, seja como instrumentistas ou como docentes. É importante lembrar que não basta a escola ter essa arte em seu currículo; a família também tem importância vital nesse processo formativo, inclusive em qualquer área profissional. A música é constituinte da cultura humana. Alguém já viu uma sociedade sem expressão musical? Ela é parte inseparável da textura das relações entre os seres humanos e entre as pessoas e a própria vida.

Fica aqui o registro de minha tristeza e indignação com o que vem acontecendo com o Núcleo de Arte daquela tão querida escola. Núcleo que sempre foi bem avaliado pelos órgãos da UFMG nos relatórios anuais e, principalmente, pelos alunos que passam por lá.

Como diz um provérbio árabe: “Só se atiram pedras em árvore que dá frutos”.

*Professor da Escola de Belas-Artes da UFMG. Ex-professor do Centro Pedagógico.

Este texto foi publicado no Boletim da UFMG de fevereiro e está disponível no link http://www.ufmg.br/boletim/bol1727/2.shtml.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Cursos 2011 Escola Giramundo


Dando continuidade com os cursos em 2011, a Escola Giramundo oferece 3 novas oficinas práticas:

1 - Construção e manipulação de bonecos de luva
Com carga horária de 35 horas, o curso segue os mesmos moldes dos anteriores. O tema é o processo de construção do boneco de luva desde o desenho, passando pelo projeto, acabamento e manipulação.

O curso prático de construção e manipulação de bonecos de luva será realizado nos dias 21 a 25 de março (09h00 à 12h00 e 13h00 às 17h00). São 40 vagas e o valor do curso é R$350,00 por aluno.

2 - Modelagem e acabamento para bonecos
Com carga horário de15 horas, o tema do curso é o processo de modelagem e acabamento do boneco. O grupo fornecerá partes de bonecos especialmente construídos para o curso.

O curso de modelagem e acabamento para bonecos será realizado nos dias 25 a 29 de abril (19h00 ás 22h00). São 15 vagas e o valor do curso é de R$200,00 por aluno.

3 – Aprendendo a manipular com bonecos do Giramundo
Com carga horário de 30 horas, o tema do curso é a prática da manipulação de diversos bonecos de balcão do Giramundo. O aluno exercitará a manipulação interpretando cenas com o bonecos originais do acervo do Giramundo. Além dos exercícios práticos, os princípios da manipulação serão discutidos na análise de vídeos sobre o tema.

O curso de manipulação de bonecos de balcão será realizado nos dias 09 a 13 e 16 a 20 de maio (19h00 ás 22h00). São 15 vagas e o valor do curso é de R$350,00 por aluno.

Todas as oficinas serão ministrados por Beatriz Apocalypse, diretora artística do Giramundo e serão realizadas na sede do Museu Giramundo.

Todo o material será fornecido aos alunos para a realização dos cursos.As inscrições podem ser feitas pela internet, baixando o formulário aqui e enviando para o email escola@giramundo.org. A inscrição somente será efetivada após pagamento.

Mais informações:
(31) 34460686 ou 92840407 com Beatriz ou pelo email escola@giramundo.org

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Serelepe recebe Elias Santos e suas filhas


Na última terça-feira, dia 15 de fevereiro de 2011, a equipe do Serelepe recebeu no estúdio da Rádio UFMG Educativa três convidados especiais: o radialista Elias Santos e suas duas filhas - a Regina, de 2 anos, e a Helena, de 5. Para quem não sabe, o Elias é o diretor executivo da Rádio.

Livros, brinquedos e objetos sonoros (entre eles o cabuletê!) trazidos pelos convidados foram assunto da conversa, entre outras coisas.

O programa vai ao ar no mês de março. Aguardem!

A Rádio UFMG Educativa é uma parceria entre a Universidade Federal de Minas Gerais e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Você pode ouvir a programação através da freqüência 104,5FM em Belo Horizonte, Contagem e outras cidades da Grande BH.