sexta-feira, 15 de junho de 2012

Em breve!


No dia 01/07/12 estaremos em Juiz de Fora (MG), no projeto Música Para Crianças! Aguardem!



quinta-feira, 7 de junho de 2012

Há vida fora do brinquedo industrializado e dos shopping centers

 Texto extraído do Blog: Cultura do Brincar - Luiz Carlos Garrocho

Os dois meninos estão com onze anos. A moda é uma arma de brinquedo, que atira projéteis de plástico. O meu filho tem uma dessas, pequena, tipo revólver. Sim, acabei comprando para ele, de tanto insistir. Mas não só por isso: lembrei-me da alegria que me tomou quando ganhei de presente os meus primeiros revólveres de cowboi. E também das brincadeiras de assalto ao trem pagador em cima dos murinhos de nossas casas, nos anos 60.  E me lembrei ainda  dessa discussão meio estéril sobre a possibilidade ou não desses brinquedos induzirem a violência. Por tudo isso, pensei: vamos acompanhar isso… Ele queria uma arma enorme, mas aí eu achei que era muito exagero.

E então, ocorre que o amigo de meu filho veio passar o fim de semana com a gente. E trouxe junto uma enorme arma de brinquedo, uma imitação dessas que aparecem nos filmes e jogos eletrônicos. Um terror de arma! Aliás, uma estupidez. Não pelos motivos que estão por aí em circulação, mas simplesmente porque é um trambolho que impede qualquer imaginação. Meu diagnóstico é simples e direto, avesso ao cunho moralista: o brinquedo industrializado brinca sozinho!  Além disso, a arma de brinquedo era de um exagero só: impossível andar normalmente nas ruas sem chamar a atenção. Mas a coisa não se encerra aí: há toda uma cultura do tédio que é preciso driblar. E é disso que eu pretendo falar. 

Sim, comprei a tal pistola para o meu filho porque não acredito nesse moralismo reinante. Se não houver uma arma de brinquedo, serão as brincadeiras de matar e morrer. Quem nunca brincou disso? Numa postagem eu discuti isso (Os jogos corporais e simbólicos da criança: entre a ficção e o real). Muita gente se equivoca sobre a violência simbólica. Acreditam que ela leva à violência real. Lembro-me também da ocasião em que tive de intervir a favor do meu filho menor e de três colegas seus, quando uma tutora de uma escola católica e tradicional proibiu os meninos de se atracarem, depois da aula, numa brincadeira de lutas. Desnecessário dizer que se trata de uma interação corporal maravilhosa. Aliás, eu gravei uma sequência dessas lutas e mostrei para os meus alunos e alunas: puro teatro físico!

Imaginação e enredo

Voltamos às tais armas, aos brinquedos industrializados. De uma coisa eu desconfiava: os meninos não suportariam muito tempo esse brinquedo tão exagerado.  De fato, eles ficaram dentro de casa atirando um no outro os tais dardos de plástico. Mais uma vez, a imaginação torna-se cada vez menos despotencializada. Quer dizer, menos enredada. Isso mesmo, falo de enredo e ficção. Pois esses brinquedos tecnológicos e, diga-se de passagem, caríssimos, são pobres na criação de um mundo ficcional. Como assim? Não são a mesma coisa que os revólveres do nosso cowboi, celebrado com nostalgia na série Toy Story? Estaria a diferença no brinquedo físico ou numa cultura onde não há mais espaços para o brincar livre e espontâneo, característico da já antiga cultura das ruas? O que acontecia não era, na verdade, uma reapropriação, uma reinvenção antropofágica daquilo que a indústria cultural já nos impunha?
Certamente, de tudo isso um pouco. Na verdade, os nossos revólveres antigos tinham, no máximo, uma espoleta que fazia um barulho quando puxávamos o gatilho. Mas não era isso o que importava, pois afinal, brincávamos até com os dedos imitando revólveres. Haviam as pistolas inspirados na ficção científica. Mesmo assim, de um jeito ou de outro, a gente fabricava mundos – a definição de poética, do grego, poiesis. Pois o que interessava a nós era o enredo e a imaginação. Ou seja: a ficção.

Essas novas armas são diferentes: em primeiro lugar, elas são feitas para se atingir um alvo. Portanto, esses brinquedos se inserem noutra classe: a das atiradeiras, espingardas de chumbinho (essas últimas sim, são temerosas!). Há risco nisso? Acredito que pode haver algum, pois são projéteis mais ou menos macios, mas não deixam de ser projéteis. Porém, com certo cuidado (não se atirando de muito perto e no rosto, não parece haver perigo).

Em segundo lugar, elas são feitas para o consumo. Não estão muito à serviço do imaginar. As menores, me parecem mais próximas dessa necessidade de se produzir jogos simbólicos, enredos  e ficções. Isso o meu filho me comprovou: brincaram, num dia permitido na escola, com as suas pistolas, mas sem atirar dados. A imaginação voltou a funcionar!

Vamos pra rua!

Assim que empunharam suas armas pelo apartamento, os meninos logo apresentaram um alto nível de excitação psíquica. E devo acrescentar: um baixo nível de envolvimento sensível. É nisso que consiste, precisamente, minha avaliação. E não em julgamentos moralistas. Sem poder de fato conjurar o exercício de tiro ao alvo, pois estávamos em casa e na rua os tais dardos acabam sumindo. Esse tipo de brinquedo necessita de amplos espaços. Os meninos  na verdade nem brincavam. Então, tomei uma decisão: peguei uma peteca e disse: vamos pra rua!

A dificuldade foi imensa. Agora sim, o alvo exigia habilidade real. E mais do que isso: convocava o corpo todo. Pois, para jogar peteca temos que girar, subir, descer, pular. De fato, aqui também não se enreda num enredo imaginativo. Mas se enreda numa duração sensível. Depois de um bom tempo com esse jogo, propus que caminhássemos. Fomos passear e curtir à tardinha. Havia alguém na rua? Somente carros de jovens que passavam com os sons ligados no sábado à tardinha.

A constatação: não há mais meninos e meninas brincando nas ruas. Pelo menos na maior parte de nossas cidades. E os pais, idem.  Tente tirá-los da televisão ou da preguiça ou dos referenciais de consumo! Sim, parece que é essa a única alternativa terrível: os passeios nos centros de lazer e compra que são os shoppings center. Nada contra tudo isso. Vez por outra, um cineminha, um lanche, uma compra necessária etc. Porém, a pergunta que faço é esta: alguém sabe o que é passear de tardinha com os meninos e as meninas, sem fazer comprar qualquer coisa?

Depois da peteca, fizemos um pequeno passeio e propus que eles subissem em árvores. Isso mesmo: subir em árvores! Dei apoio, sustentação e know-how. Mais adiante, brincamos um pouco de corrida. E então, voltamos para a casa. Hora de preparar o jantar.

Senti  falta de uma coisa: uma boa partida de xadrez.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ensaio aberto do Serelepe

Segue o link com fragmentos do ensaio aberto do Serelepe [EBA/ UFMG], realizado no dia 24 de maio de 2012, para crianças da UMEI Alaíde Lisboa, na sala Otávio Cardoso, do TU - UFMG. O evento fez parte da Semana Mundial do Brincar e foi iniciativa do Programa de Extensão Artes Cênicas: ações formativas.

sábado, 12 de maio de 2012

Oficinas de Brincadeiras - Festival de Medellín


Conforme combinamos com os participantes da Oficina Serelepe - Brincadeiras e Canções, ministradas por Cris Lima e Eugênio Tadeu, durante o V Festival Internacional da Canção Infantil [Medellín - Colômbia], disponibilizamos a seguir as letras das brincadeiras vivenciadas.

Esperamos que seja útil!

Qualquer dúvida, escreva para: serelepe@eba.ufmg.br.

***



1. ABC DA PÉO-SP

Transmitido por: Maria Amélia Pereira - (1995)
(movimento com palmas nas vogais, levantando e dobrando as pernas)

A, B, C, D...

2. ABC DE CUBA

Transmitido por: Crianças em Havana - (1996)

(movimento com pernas, cruzando-as)
A, B, C, D...


3. ABÓBORA MELANCIA

Transmitido por: Participantes da oficina no Colégio Batista Mineiro - (1996)

Da abóbora faz melão / do melão faz melancia
Faz doce sinhá/ faz doce sinhá/ faz doce sinhá Maria
Quem quiser dançar / vai na casa do Juquinha
Ele pula, ele roda / ele dá requebradinha

4. BATE O MONJOLO (MG)














Transmitido por: M. Cecília Resende (l985)

Bate o monjolo no pilão /
pega a mandioca pra fazer farinha
onde foi para meu tostão
ele foi para a vizinha.


5. COQUEIRO BALANÇOU (MG)

Transmitido por: José Alfredo Debortoli

Oh, minha gente / No balanço do mar
Coqueiro balançou / Coqueiro balançá


6. FAQUINHA DA ROÇA (MG)

Transmitido por: indeterminado

- Esta é a faquinha que da roça vem.
- Ela tem ponta?
- Ponta, ela tem.

7. LAGARTA PINTADA (BA)


 

 Transmitido por: Adelsin - (l993)

Lagarta pintada
quem foi que te pintou
foi uma velhinha
por aqui passou

No tempo das areias
levanta poeira
pega essa menina
pela ponta da orelha.

8. MARY SY (BA)

Transmitido por: Adelsin

Balança os olhos para Mary Sy/ One, two, Mary Sy
Balança a cabeça para Mary Sy/ One, two, Mary Sy
Balança as bochechas/ para Mary Sy/
One, two, Mary Sy

Balança os ombros ...
Balança as pernas
...

etc etc etc

(Finalizando)
Balança o corpo todo
para Mary Sy
One, two, Mary Sy

O corpo humano é dividido em três partes
Batman, Robin e Batgirl



9. MAZU (MG)

Transmitido por: Ione de Medeiros e Guilherme Nogueira- CP/UFMG

Para dentro e para fora, mazu, mazu
Para dentro e para fora, mazu, mazu, mazu

Eu limpo essa janela, mazu, mazu
Eu limpo essa janela, mazu, mazu, mazu

Eu pego um companheiro, mazu, mazu
Eu pego um companheiro, mazu, mazu, mazu

Eu danço engraçadinho, mazu, mazu
Eu danço engraçadinho, mazu, mazu, mazu

10. OBJETO (MG)

Transmitido por: Alana Barbosa

- Há um “objeto”, isto é um “objeto”
- O quê?
- Um “objeto”.
- O quê?
- Um “objeto”

11. UMA, DUAS ANGOLINHAS (MG)



Transmitido por: Nilza de Sousa Antunes -(1980)

Uma, duas angolinhas
finca o pé na pampulinha
o rapaz que jogo faz
faz o jogo do gamão
tire logo esse dedinho
que lá vai um beliscão

12. QUANDO EU ERA NENÉM (MG, BA)

Transmitido por: Disco “Brincando de Roda” e por Adelsin.

Quando eu era neném/ Neném, bem neném
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era menina/ Menina, bem menina
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era mocinha/ Mocinha, bem mocinha
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era casada/ Casada, bem casada
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era mamãe/ Mamãe, bem mamãe
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era vovó/ Vovó, bem vovó
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era bisavó/ Bisavó, bem bisavó
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era caduca/ Caduca, bem caduca
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era defunto/ Defunto, bem defunto
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era caveira/ Caveira, bem caveira
Eu era assim, Eu era assim

Quando eu era pó/ Pó, bem pó
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era alma/ Alma, bem alma
Eu era assim, eu era assim

Quando eu era nada/ Nada, bem nada
Quem nada é peixe, quem nada é peixe.

13. Ua tatá (MG)



Transmitido por: José Alfredo

Ua tatá, ua tatá
Guli, guli, guli, guli, guli
Ua tatá

Auê, auê
Guli, guli, guli, guli, guli
Ua tatá

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Juegos y música: perfecta combinación



IMG_1025.JPGCristiane Lima
FOTO. GUILLERMO DI SALVATORE.
TEXTOS. REVISTA NOSOTROS.
Esta joven brasileña es cantante y guitarrista, pero también Licenciada en Comunicación Social. Llegó a nuestra ciudad para dar talleres a niños y docentes sobre el juego y la música.
ENTRE RONDAS Y FILAS. “Es la primera vez que estoy en Santa Fe. La experiencia ha sido muy buena: los niños son muy lindos, muy receptivos a las actividades, al igual que los docentes (participaron más de 60 y, como había un cupo, varios quedaron afuera). Me parece que le gustaron las actividades. Dicté cuatro talleres para chicos de tercero a sexto grado y otro para docentes. La perspectiva es muy similar (lo que hago con los chicos son las mismas cosas que hago con los docentes) con la diferencia de que doy alguna reflexión práctica a los docentes. En la práctica, jugamos los mismos juegos, la mayoría cantados. Son juegos de rondas, de filas, de selección, que encontramos en diferentes partes de Latinoamérica y de Brasil, aunque la mayoría son de mi país”.
RADIALISTA Y NO PERIODISTA. “Empecé mis estudios de Comunicación Social -allá soy radialista pero no periodista- y por este motivo empecé a trabajar en la radio con el grupo Serelepe. Hace siete años tenemos un programa para niños en la radio educativa de la Universidad Federal de Minas Gerais. Mi maestría y el doctorado en Comunicación Social son sobre cine y ahora estoy empezando una investigación sobre cine y música, la pista sonora, el sonido en las películas, la voz, los ruidos, pero nada relacionado con la música para los niños; eso sólo lo hago en la radio. Antes trabajé en otros proyectos que tenían en cuenta el jugar y la música (se llamaba Pandalelé, laboratorio de juegos). Era joven, no estaba en la universidad y no tenía ningún estudio formal de música. Cuando ingresé a hacer Comunicación Social hacía la cátedra de Música, en la Escuela de Música, como una formación complementaria. También estudié Música en una fundación muy conocida y respetable en Belo Horizonte: Fundación de Educación Artística, de formación libre, no ofrece ningún tipo de título, que funciona desde hace más de 40 años”.
BENEFICIOS PARA TODOS. “Los juegos y la música entraron en mi vida juntos, pero antes de que los pensara como cosas separadas. Hay muchos juegos que no son cantados, que no tienen letra ni voz pero muchos de los que he aprendido en este grupo eran juegos cantados. Antes que pensara en enseñarlos ya los conocía y los practicaba. La música entró en mi vida un poco más tarde. Los juegos son muy bien recibidos por los niños y por gente de todas las edades. Es algo de los seres humanos y sería bárbaro que fueran utilizados por los adultos. Estimulan, permiten el movimiento, tienen canciones muy lindas melódicamente, con muchos aspectos que pueden ser desarrollados desde el punto de vista de la música. Para el niño es un trabajo más integral y no tanto para desarrollar los aspectos musicales sino también la cuestión de la identidad, la formación del carácter y de la personalidad”.
UMA BRINCANTE. “En portugués, juego se dice brincadeira, por lo que a aquel que juega lo llamamos brincante. Tengo más de esa práctica como brincante que como maestra, por ejemplo, pero después pude practicar esto. Con Serelepe dejamos de hacer talleres de radio porque es necesario tener equipos técnicos, que no tenemos, y seguimos con los juegos y las canciones porque nos piden todo el tiempo. Ahora también estamos terminando de preparar una especie de espectáculo musical, que llamamos intervención musical. Pensamos en algo pequeño, sin micrófonos, con instrumentos acústicos, en lugares más cerrados, destinado a pequeños grupos.
SIEMPRE SE APRENDE. “A los chicos les gusta mucho escuchar canciones cantadas en portugués pero también tenemos algunas que aprendemos con otros músicos e investigadores de Latinoamérica. Hay juegos que aprendemos en Argentina con Luis Pescetti y otros de Cuba o Colombia. Como estamos en el Movimiento de la Canción Infantil Latinoamericana y Caribeña conocemos muchos grupos de música infantil y, además, con motivo de la radio, también tenemos muchos discos. Estamos aprendiendo cosas (una canción, una melodía o un juego) en cada lugar que vamos y conocemos gente”.
PARECIDOS PERO DIFERENTES. “Ciertos juegos que tenemos en Brasil también existen en otros países, con pequeñas variaciones. Por ejemplo, pasó con el Pato Ñato o el Gallito Ciego, como lo conocen acá. La manera de jugar es la misma pero varía la canción. También hay otro juego (el Pata Sucia) que se juega palmeando la mano del compañero y cuando llega al final de la canción tiene que sacar la mano o si no pierde. Son juegos que aprendimos de memoria y, muchas veces, cambiamos la letra de la canción porque no las recordamos muy bien; incluso inventamos un poco. Por eso, empezamos a hacer un trabajo de traducción para que los niños comprendieran mejor. Estos juegos puedan quedar acá y ser usados por los chicos en sus actividades cotidianas, en su lengua”.
CONSEJO PARA PADRES. “Lo más importante sería buscar, conocer, tener la práctica de escuchar música. Muchas veces, los niños sólo escuchan lo que sus papás escuchan y si los papás escuchan lo peor, es eso lo que oye el niño; es a lo que ellos tienen acceso. Tienen que buscar: hay mucha gente haciendo cosas muy lindas y que no se conoce porque no se quiere. Por ejemplo, en Santa Fe están los Canticuénticos y tienen que conocer sus discos. También es necesario que los docentes -con quienes los chicos pasan mucho tiempo, más que con la familia, si la tienen- creen espacios para que jueguen y canten, incluso fuera de la clase de Música”.
UNA VISITA ESPECIAL
Canticuénticos, un grupo de música infantil de Santa Fe, participó en Brasil, en octubre del año pasado, de un encuentro de músicos infantiles de toda Latinoamérica. A su regreso, se puso en contacto con Sonamos Latinoamérica, entidad que organiza festivales de música latinoamericana, y empezaron a gestar un movimiento, que pretenden mantener en el tiempo. El primer evento que organizaron es el viaje de Cristiane Lima a Santa Fe, integrante del grupo de Belo Horizonte denominado Serelepe. Los talleres que dictó estuvieron destinados a alumnos de la Escuela Primaria de la UNL y docentes del CREI (Escuela de Música 9.902).
BREVE CV
Cristiane Lima es cantante y guitarrista y participó en diversas agrupaciones de música popular. Actualmente integra el Movimiento Brasilero de la Canción Infantil. Es licenciada en Ciencias de la Comunicación (Universidad Federal de Minas Gerais, Brasil) y cursa el Doctorado en Comunicación Social. Tiene formación complementaria en Música, con estudios realizados en la Fundación de Educación Artística de Belo Horizonte.
Desde 2005, actúa en el programa radial “Serelepe: uma pitada de música infantil”, coordinado por el músico y profesor Eugenio Tadeu (teatro EBA/UFMG). Durante más de siete años integró el proyecto “Pandalelê: laboratório de Brincadeiras”, con el que grabó el CD “Pandalelê! Brinquedos Cantados”, material multimedial editado en el sello Palavra Cantada.

Matéria publicada no jornal El Litoral, de Santa Fé/ Argentina, edição de 28/04/2012. Clique aqui!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Serelepe em Medellín

Entre os dias 22 e 29 de abril de 2012, o Serelepe participou do V Festival Internacional da Canção Infantil, realizado na cidade de Medellín, na Colômbia. O evento foi organizado pela corporação Cantoalegre, que se dedica há vários anos à música para crianças. Participaram do festival  grupos do Brasil, da Colômbia, de Cuba, do Uruguai e da Cataluña.

Nessa oportunidade, o Serelepe participou ministrando duas oficinas (que integraram a programação acadêmica) e também com duas intervenções musicais, intituladas Locotoco

Foram dias incríveis! Agradecimentos especialíssimos a todas as pessoas que se dedicaram à organização do Festival e também à equipe de apoio e logística. Foi um lindo festival! Saludos à toda a família Cantoalegre: Tita Maya, Cláudia Gaviria, Milena, Cony, Adriana, Lígia, Sara, Juliana, Andrea, Maria Teresa, Diana, Santiago, Pedro... e a todos aqueles que esquecemos de mencionar! E também aos companheiros Cagério (Brasil), Rita del Prado (Cuba), Palacatún (Uruguai), Pép Lopes e banda (Cataluña), Monacito de Palenque, Son Batá e 4 Elementos Skuela (Colômbia).


Serelepe no Teatro Comfama - 28/04/2012


Maiores informações no site do Cantoalegre.

Em breve postaremos novas fotos. Aguarde!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Grupo Serelepe participa de eventos na Argentina e na Colômbia


Foto: Santiago Bienes

Formado pelo ator Reginaldo Santos, o músico Gabriel Murilo, a radialista e cantora Cris Lima e o músico e prof. Eugênio Tadeu (EBA/UFMG), o Serelepe apresenta-se este mês na Argentina e na Colômbia. O projeto, que nasceu na Rádio UFMG Educativa 104,5 FM, com programas dedicados ao público infantil, hoje se dedica também a oficinas e apresentações musicais.

Entre os dias 15 e 17 de abril, a integrante Cris Lima representará o grupo ministrando oficinas para crianças e docentes a convite do Espaço Cultural Sonamos Latinoamerica e da Escola de Música nº9902 “CREI”, da cidade de Santa Fé (Argentina).

Já entre os dias 23 e 29 de abril, todo o grupo participa do V Festival da Canção Infantil de Medellín (Colômbia). Além de oficinas, o grupo apresentará a intervenção musical “Locotoco”, que reúne canções de diferentes regiões do Brasil e da América Latina. O evento é organizado pela Corporación Cantoalegre e é coordenado por Tita Maya e Claudia Gaviria. Eugênio Tadeu, coordenador do Serelepe, integra a curadoria do Festival. Participarão do festival grupos do Brasil, do Uruguai, da Cataluña, de Cuba e da Colômbia.
Maiores informações no site: