segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Serelepe retorna à Argentina!

Neste próximo final de semana o Serelepe estará em Buenos Aires - CABA - Argentina.

Apresentaremos o Brinquedorias na Usina del Arte - projeto La Mar en Coche, coordenado por nossa amiga Teresa Usandivaras, do grupo Los Musiqueros. (Domingo, 16/12, às 15h).

Também faremos a oficina (taller) "Juegos en la escena", no Música Nuestra, de nosso amigo Martin Devincenzi. (Sábado, 15/12, de 14h às 17h).

Quem estiver por lá, apareça! Será uma alegria rever gente querida nessas terras argentinas!


quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Programa Serelepe - Crescer

A Júnia e a Débora vão falar sobre a estrada que todos nós já passamos ou vamos passar: a  jornada do crescimento. Venha! Sábado, 08/12, às 9h, na Rádio UFMG-104,5FM ou pela internet:  https://www.ufmg.br/online/radio/arquivos/002140.shtml


Dica Serelepe - Espetáculo Sons de Outono

A Morgana, nossa bolsista do Serelepe, vai apresentar seu trabalho de conclusão do curso de graduação em Teatro nos dias 07, 08 e 09 de dezembro, às 10h30, no Espaço Preto do prédio do Teatro da EBA - UFMG.
Os alunos que cursam o bacharelado em Teatro da UFMG, além de apresentarem um artigo de pesquisa, apresentam um espetáculo teatral.
Sendo assim, a partir da pesquisa sobre a paisagem sonora, a Morgana vai apresentar, junto com seus fieis escudeiros- Ana, Clara, Júlia, Léo e Malu, o espetáculo teatral - Sons de Outono.
Foto Júnia Flor 

A peça traz o mundo de uma menina que, por meio da paisagem sonora, conta sua própria história, passando pelas estações dos sonhos, da solidão, do brincar e da arte, alternando entre o que é visível, invisível, onírico e sonoro. Inspirada em memórias de nossas e outras infâncias, Sons de Outono é mais que um convite à escuta ou à imaginação, é um pacto! 
"Sons de outono é manhã de sonho, cor, riso, dor. Amar é? 
Venta, inventa, imagina, menina, nem tudo aqui a gente vê. 
Até no escuro, onde surge outro mundo: 
Imaginai!". Clara Ernest

Classificação Livre.
Datas: 07, 08 e 09 de dezembro de 2018.
Duração: Um outono de 1h20
Horário: Manhãs de outono na primavera, às 10h30
Local: Espaço Preto - Teatro - EBA/UFMG
Lotação: 30 pessoas
Entrada Franca
Foto Júnia Flor
“Ela e seus tons pasteis, sua pele bronzeada de chocolate e uma doçura que vale mais que ouro dezoito quilates. Hum... Pensando bem, um cacau meio-amargo! Tudo bem, é mais saudável...
Ela, olhos ocres amendoados, está com os dons aperfeiçoados e concluindo seu curso, com um belo trabalho, que nos deixou afeiçoados. Não podia ter outra cor, senão os tantos tons amarronzados, acastanhados e delicados dela só. Som! Sonho! Sou Cor... Marilia, Morgana, Menina, Moleca, Amor! Ela é esse vento que balança nossas folhas e emoções. E mesmo sendo feita das quatro estações, vindo dela, não poderia ser diferente, estreia nos nossos corações: “Sons de Outono”. Um espetáculo para pessoas que não só ouvem as palavras, poesia e melodia, um espetáculo para quem as sentem! Tão claro como o dia e sua suave brisa da manhã! Não haveria primavera sem o outono, depois de tudo, o outono nunca mais terá os mesmo sons”

(De Júnia Flor para Marilia, Morgana e Morganinha)

Foto Júnia Flor

Ficha técnica:
Atuação: Ana Sena; Clara Ernest; Júlia Castro; Léo Heytor; Malu Mayer e Morgana (Marília de Abreu). 
Preparação corporal: Morgana 
Preparação vocal: Clara Ernest 
Figurino: João Marcos Lisboa. 
Concepção visual da peça: Júlia Castro e Morgana 
Concepção sonora da peça: Ana Sena; Clara Ernest; Júlia Castro; Léo Heytor; Malu Mayer e Morgana 
Assistência de direção musical: Morgana 
Direção Musical: Clara Ernest 
Dramaturgia: Criação Coletiva. 
Iluminação: Larissa Pimenta, Cris Fonseca e apoio do Laboratório de Iluminação Cênica. 
Consultoria: Eugênio Tadeu Pereira e Marina Marcondes Machado 
Direção: Morgana. 
Produção Executiva: Ana Sena; Ana Siqueira; Clara Ernest; Júlia Castro; Léo Heytor; Malu Mayer e Morgana 
Apoio: Ana Siqueira; Cris Fonseca; Larissa Pimenta, Júnia Flor; Léo de Castro; Mariana Azevedo; Thiago Queiroz.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Programa Serelepe -Pelos Caminhos do Mundo

A Izabela, a Sarah e a Morgana nos convidam para ouvir músicas e histórias de vários lugares do mundo. Não percam! Sábado dia 01 de dezembro e domingo dia 09 de dezembro, às 9h, na Rádio UFMG -104,5FM ou pela internet:  https://www.ufmg.br/online/radio/arquivos/002140.shtml


terça-feira, 27 de novembro de 2018

Um beija-flor de muita iniciativa!


 Resultado de imagem para beija flor em uma flor

Uma vez ouvi uma fábula mais ou menos assim: 

"Um dia a floresta pegou fogo e todos os bichos, moradores de lá, fugiram pra se salvar, menos um, o beija flor que ficou voando do rio ao fogo para o mesmo apagar.
Um elefante curioso exclamou:
"- Beija-Flor com essas gotinhas de água não pode controlar o incêndio, fuja, esse é o remédio."
O beija-flor persistente afirmou: 
"- Sozinho não posso nos salvar, mas ficarei com a consciência muito tranquila, pois estou fazendo o meu melhor e cumprindo minha parte pra salvar nossa vila! Não vou desistir do planeta, da natureza, nem do nosso lar!" 
Então, o elefante, surpreso com tamanha coragem e bravura se pôs a ajudar! Encheu sua enorme tromba de água fazendo o incêndio abrandar! Os animais abismados interromperam a correria, todos se juntarão e, com muita água, salvaram a floresta naquele dia!"

Uma pequena atitude faz muita diferença. E temos um exemplo real: O Plantador de Árvores Sr. Hélio da Silva de 67 anos, administrador de empresas aposentado, como o beija-flor também é muito obstinado. Sozinho, plantou vinte cinco mil árvores às margens do córrego Tiquatira em São Paulo. Isso mudou a realidade de toda região! 

“As árvores são generosas, oferecem ar puro, ajudam a preservar as nascentes, dão frutos, atraem pássaros, embelezam com flores e contribuem para reduzir a temperatura em seu entorno e retêm 40% das chuvas torrenciais, evitando erosões.” Diz Sr. Helio com disposição!  

Todos podemos fazer a diferença. Uma pequena atitude na verdade pode ser algo muito grandioso. Vamos plantar uma mudinha? Manda pra gente sua fotografia!

Foto: Internet.

Hélio da Silva reflorestou as margens do Córrego Tiquatira, na Zona Leste de São Paulo, em apenas quatro anos. A área de 320 mil m² foi transformada no primeiro parque linear da capital paulista. 

Veja uma interessante reportagem sobre esse gentil senhor aqui.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Programa Serelepe - O desfecho final


Você sabe o que é pleonasmo? É um excesso de palavras para explicar algo já evidente. Você já deve ter ouvido, pleonasmos como "subir para cima", "descer para baixo", "desfecho final", ou Morgana ciumenta? Eita, como assim?! Pois é, a Morgana é muito ciumenta e até brigou com a Dani. Por isso a Dani é impaciente e está bem brava com a Morgana, mas a Clara vai ajudar esclarecer ou clarear esta situação toda. 
Bom, não perca o programa desse sábado, às 9h, na Rádio Educativa e descubra o desfecho desse programa final, digo o final desse programa desfecho, eita, digo, não perca! 9h na Rádio UFMG - 104,5 ou pela internet:


quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Menino criado com vó!

Todo mundo que é criado com vó sabe que vira xodó! Todo mundo que conhece uma vovó sabe que essa condição as tornam especiais de coração. As vovós são tão fofinhas que poderiam ser feitas de bolo... Aqueles bolos de cenoura com cobertura de chocolate! Vovós são tão boazinhas que uma hora precisam virar anjo e fazer biscoito no céu! 
Ontem quem virou anjo foi a Vovó Geni! Vó do Léo, aquele que já gravou um tanto de programas no Serelepe. Em homenagem a ela, ele escreveu um poema especial... Um monte de coisa que me fez lembrar a minha vovó Dila, a vovó Maria da minha vizinha e aposto que lembrou até a vovó do professor Tadeu... Olha que bonito:


"Dizem que vó estraga o neto
pois, acho que faz muito bem o seu trabalho
Estraga bem e por completo.
Vó é mãe ao quadrado.
Mesmo mimando e bajulando,
Não ensina nada errado!
Mas falo agora de uma vó especial,
aquela que com muito amor
me deixou uma herança social!
A pessoa mais engraçada que conheci
só não dava risada, quando gritavam
“Taca pedra na Geni”
Usava a dentadura pra assustar os mais novos.
Depois vinha acalmar,
toda doce e pisando em ovos.
Fazia pipoca, biscoito e pão com ovo,
e todo mundo sempre vai querer
comer farinha com açúcar de novo.
Me acordava meio dia; “Léo o almoço tá pronto,
te acordei?”
“Não, vó. Tava lendo um livro. Respondia de bate pronto.
O humor sempre vai ser a sua marca maior.
Ria de tudo, fazia piada
e sacaneava sem dó.
Era católica fervorosa.
Num 12 de outubro, fiz uma piada vergonhosa:
“Vó, pra quê tantos foguetes? Essa nossa senhora é muito aparecida.”
A reação dela qual foi?
Uma gargalhada estarrecida.

Pra encerrar, deixo um dos muitos diálogos que presenciei,
desses dois velhinhos, que reverencio e sempre reverenciarei:
Vô do Léo: - Espera ai Léo, que eu vou ver com sua avó se posso sair com essa blusa... Geni, eu posso sair com essa blusa aqui?
Vó do Léo: - Pode, uai!
Vô do Léo: - Mas não tá feia, não?
Vó do Léo: - Feia tá demais, mas poder sair, pode!”
Até breve vó Geni, e obrigado pelos peixes.

(De Léo de Castro para Vó Geni)
Imagem da internet